Dia Internacional da Mulher 2026
Transformar compromissos em ações para mulheres no trabalho
No Dia Internacional da Mulher, Gilbert F. Houngbo faz um apelo urgente por ações que tornem os direitos das mulheres no trabalho uma realidade em todos os lugares. Nesta mensagem, o diretor-geral da OIT destaca a necessidade de eliminar a desigualdade salarial entre homens e mulheres, garantir locais de trabalho seguros e livres de violência e de assédio, fortalecer a proteção à maternidade e expandir os sistemas de assistência para que todas as mulheres possam trabalhar com dignidade e igualdade.
8 de março de 2026
Neste Dia Internacional da Mulher, a Organização Internacional do Trabalho reafirma um compromisso claro: os direitos das mulheres no trabalho devem ser plenamente garantidos, pela lei e na prática, e em todos os locais de trabalho.
A igualdade de gênero não será alcançada apenas com promessas. É necessário ação.
A diferença salarial entre homens e mulheres deve ser eliminada. Os locais de trabalho devem ser seguros e livres de violência e assédio.
Uma forte proteção à maternidade é um direito. Trabalhadores com responsabilidades familiares devem ser apoiados. Os sistemas de cuidado devem permitir que todas as pessoas entrem, permaneçam e avancem no mercado de trabalho.
O acesso à justiça é fundamental.
As mulheres devem poder se organizar, reivindicar seus direitos e ser ouvidas.
As normas internacionais do trabalho oferecem uma base sólida para tornar isso possível.
Elas estabelecem princípios claros sobre liberdade sindical, não discriminação, igualdade salarial, proteção à maternidade, segurança e saúde, e proteção contra a violência e o assédio.
A igualdade de gênero no trabalho é essencial. É uma questão de direitos. É uma questão de justiça. É também uma decisão economicamente inteligente.
As sociedades são mais fortes e as economias mais resilientes quando as mulheres podem contribuir plenamente.
Hoje, vamos intensificar nossos esforços e transformar compromissos em resultados.
Precisamos de urgência
Precisamos de responsabilização.
Precisamos de mais ação — agora — para que toda mulher, em todos os lugares, possa trabalhar com dignidade e igualdade.