Justiça social
OIT compartilha experiências sobre uso de conteúdo audiovisual para a promoção da justiça social em festival internacional de cinema de Genebra
O Festival Internacional de Cinema e Fórum sobre Direitos Humanos (FIFDH) de Genebra é um dos mais importantes eventos internacionais dedicados ao cinema e à promoção dos direitos humanos.
15 de março de 2024
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Genebra – Entre os dias 11 e 13 de março, o Organização Internacional do Trabalho (OIT) participou do Festival Internacional de Cinema e Fórum sobre Direitos Humanos (FIFDH) de Genebra. O FIFDH é um dos mais importantes eventos internacionais dedicados ao cinema e à promoção dos direitos humanos.
Há 22 anos, o FIFDH reúne ativistas, ONGs, professores, diplomatas, artistas, jornalistas e o público em geral para trocarem ideias, participarem em discussões e compartilharem análises relativas aos direitos humanos em todo o mundo. O Festival atrai mais de 40.000 participantes, com exibições de filmes em 80 locais da cidade, com o objetivo de atingir públicos diversos e promover a inclusão.
No dia 11 de março, o Escritório da OIT para o Brasil participou da sessão intitulada “Produção e Distribuição pela Justiça Social”, na qual ONGs e organizações internacionais selecionadas foram convidadas para trocar experiências e lições aprendidas sobre como trabalhar com filmes e conteúdos audiovisuais, em diferentes formatos, seja como produtores, distribuidores ou exibidores.
O evento consistiu em uma primeira parte, na qual o público ouviu os convidados e as convidadas apresentarem suas experiências, exibirem exemplos de materiais produzidos e compartilharem os desafios. Em seguida, foi realizado um debate sobre os pontos levantados e se abriu a oportunidade para diálogos bilaterais de seguimento.
A especialista regional em Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, Thaís Dumêt Faria, e a oficial de Comunicação e Informação Pública, Denise Marinho, representaram o Escritório da OIT no Brasil no evento.
“Participar do Festival foi uma abertura de portas a novas possibilidades de atuação para uma maior eficácia na promoção da justiça social. Há anos trabalhamos com audiovisual e outras artes, porque temos a convicção de que as artes são alicerces poderosos para mudar realidades e conscientizar um maior número de pessoas. É incrível o poder de mudança que a arte tem e queremos aprender, cada vez mais, a amplificar as vozes e representar os temas sensíveis de maneira a colaborar com uma mudança real. Estamos abertos à inovação e a novas estratégias e assim continuaremos até quando houver uma pessoa privada dos seus direitos fundamentais”, disse Thaís Faria.
Para Denise Marinho, “a participação da OIT Brasil no Festival foi importante por possibilitar o compartilhamento de nossas experiências e esforços, em colaboração com nossos constituintes tripartites, na utilização de maneiras inovadoras para contar as histórias inéditas de vida de pessoas em condições de vulnerabilidade, a partir das suas vozes, e os resultados de nossos projetos, como instrumento para a promoção da justiça social, da inclusão e da diversidade. Igualmente, foi uma experiência que nos permitiu dialogar com profissionais da área sobre suas experiências.
Nos últimos anos, o Escritório a OIT no Brasil produziu diversas campanhas em vídeos e documentários, entre eles, o curta “Precisão”, que retrata as histórias de vida de seis pessoas resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão no Brasil, e o documentário “As Recicláveis”, que retrata as histórias de catadores de material reciclável e a importância deles desenvolvimento no econômico e socioambiental na região do ABC Paulista. Ambos foram produzidos em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT).
Há 22 anos, o FIFDH reúne ativistas, ONGs, professores, diplomatas, artistas, jornalistas e o público em geral para trocarem ideias, participarem em discussões e compartilharem análises relativas aos direitos humanos em todo o mundo. O Festival atrai mais de 40.000 participantes, com exibições de filmes em 80 locais da cidade, com o objetivo de atingir públicos diversos e promover a inclusão.
Dias de Impacto
Entre os eventos da programação oficial do FIFDH, estão as sessões do “Impact Days” (Dias de Impacto), que são debates com cineastas, produtores, ONGs, organizações internacionais e fundações para desenvolver sinergias colaborativas e realizar campanhas de impacto em torno dos filmes.No dia 11 de março, o Escritório da OIT para o Brasil participou da sessão intitulada “Produção e Distribuição pela Justiça Social”, na qual ONGs e organizações internacionais selecionadas foram convidadas para trocar experiências e lições aprendidas sobre como trabalhar com filmes e conteúdos audiovisuais, em diferentes formatos, seja como produtores, distribuidores ou exibidores.
O evento consistiu em uma primeira parte, na qual o público ouviu os convidados e as convidadas apresentarem suas experiências, exibirem exemplos de materiais produzidos e compartilharem os desafios. Em seguida, foi realizado um debate sobre os pontos levantados e se abriu a oportunidade para diálogos bilaterais de seguimento.
A especialista regional em Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, Thaís Dumêt Faria, e a oficial de Comunicação e Informação Pública, Denise Marinho, representaram o Escritório da OIT no Brasil no evento.
“Participar do Festival foi uma abertura de portas a novas possibilidades de atuação para uma maior eficácia na promoção da justiça social. Há anos trabalhamos com audiovisual e outras artes, porque temos a convicção de que as artes são alicerces poderosos para mudar realidades e conscientizar um maior número de pessoas. É incrível o poder de mudança que a arte tem e queremos aprender, cada vez mais, a amplificar as vozes e representar os temas sensíveis de maneira a colaborar com uma mudança real. Estamos abertos à inovação e a novas estratégias e assim continuaremos até quando houver uma pessoa privada dos seus direitos fundamentais”, disse Thaís Faria.
Para Denise Marinho, “a participação da OIT Brasil no Festival foi importante por possibilitar o compartilhamento de nossas experiências e esforços, em colaboração com nossos constituintes tripartites, na utilização de maneiras inovadoras para contar as histórias inéditas de vida de pessoas em condições de vulnerabilidade, a partir das suas vozes, e os resultados de nossos projetos, como instrumento para a promoção da justiça social, da inclusão e da diversidade. Igualmente, foi uma experiência que nos permitiu dialogar com profissionais da área sobre suas experiências.
Nos últimos anos, o Escritório a OIT no Brasil produziu diversas campanhas em vídeos e documentários, entre eles, o curta “Precisão”, que retrata as histórias de vida de seis pessoas resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão no Brasil, e o documentário “As Recicláveis”, que retrata as histórias de catadores de material reciclável e a importância deles desenvolvimento no econômico e socioambiental na região do ABC Paulista. Ambos foram produzidos em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT).