Diretor-geral da OIT lançará relatório histórico sobre o Estado da Justiça Social na Assembleia Geral da ONU
O diretor-geral, Gilbert F. Houngbo, e altos dirigentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) também participarão de eventos-chave voltados à promoção do trabalho decente e do desenvolvimento sustentável.
19 de setembro de 2025
GENEBRA (Notícias da OIT) – O diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Gilbert F. Houngbo, lançará a primeira edição do novo relatório emblemático da OIT sobre justiça social na próxima semana durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU).
O estudo, intitulado O estado da justiça social: um trabalho em andamento (The state of social justice: A work in progress), é a primeira revisão do gênero sobre como o mundo está avançando em termos de justiça social, com base em indicadores-chave e novas descobertas. Ele oferece uma visão crucial sobre o estado da justiça social, da equidade e da inclusão em uma semana na qual líderes mundiais avaliarão o progresso global em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O diretor-geral, que estará em Nova York de 22 a 27 de setembro, também participará da abertura da AGNU e integrará o SDG Moment, um painel interativo em que líderes discutirão o progresso dos ODS e identificarão formas de superar as lacunas existentes. Houngbo também participará do Fórum Global para a Educação e do Fórum do Setor Privado da ONU 2025, que reúne CEOs, investidores, chefes de Estado e altos dirigentes da ONU para explorar como o capital privado pode ser mobilizado em prol de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
Além disso, membros alto nível delegação da OIT na AGNU participarão de uma série de eventos, incluindo mesas-redondas e encontros sobre mulheres empreendedoras no Sul Global, Trabalho Decente e a Copa do Mundo da FIFA 2026, inteligência artificial e crescimento econômico, e ações voltadas para a juventude.
A 80ª sessão da AGNU, cujo tema neste ano é “"Melhor juntos: 80 anos e mais por paz, desenvolvimento e direitos humanos”, ocorre em um momento em que o sistema multilateral enfrenta pressões e em que o mundo não está no caminho para alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030.