Portugal: Uma análise rápida do impacto da COVID-19 na economia e no mercado de trabalho

Esta análise de Portugal aborda questões nucleares relacionadas com a situação socioeconómica e sanitária do país; os efeitos diretos e indiretos da COVID-19 no mercado de trabalho, identificando os trabalhadores e trabalhadoras que estão mais em risco; e revendo as atuais respostas de política.

O objetivo das análises rápidas por país lançadas pelo Departamento de Emprego, Mercados de Trabalho e Jovens (EMPLAB) da OIT, para cerca de 14 países em diferentes níveis de desenvolvimento, é o de proporcionar aos seus constituintes e outros decisores políticos uma ferramenta prática de diagnóstico, em tempo real, dos impactos da pandemia da COVID-19 no emprego, para instruir as respostas políticas. Estes estudos analisam os efeitos dramáticos da pandemia no crescimento económico e no emprego, e como as vulnerabilidades e desigualdades do mercado de trabalho foram exacerbadas. Mostram também a importância de uma resposta política pronta e direcionada, bem como o valor do diálogo social.

O relatório analisa as condições de trabalho nessas plataformas de microtarefas, incluindo remuneração, oferta de trabalho, intensidade do trabalho, rejeições e não pagamento, comunicação do trabalhador com os clientes e os gestores da plataforma, proteção social, equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e perspetivas de desenvolvimento profissional.

O relatório mostra que, embora as plataformas digitais de trabalho ofereçam várias oportunidades, também existem algumas desvantagens. Neste contexto, o relatório analisa as diferentes iniciativas lançadas para melhorar as condições de trabalho, incluindo o Código de Conduta do Crowdsourcing redigido pelo IG Metall e pelas plataformas de crowdsourcing alemãs. O relatório recomenda 18 princípios para garantir um trabalho digno nas plataformas digitais.