Emprego Juvenil

  1. Brasil é pioneiro em Agenda de Trabalho Decente para a Juventude

    A Agenda Nacional de Trabalho Decente para Juventude foi apresentada em julho de 2011, indicando contribuições para promover o trabalho decente para os jovens no Brasil. O documento foi elaborado pelo Subcomitê de Trabalho Decente e Juventude, que é coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, e conta com o apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O Brasil é o único País no qual foi discutida e lançada uma Agenda Nacional de Trabalho Decente para a Juventude.

  2. Tendências Globais de Emprego 2012: Emprego Juvenil

    A utilização de contratos temporários para os trabalhadores jovens quase duplicou desde o início da crise econômica, sustenta a OIT em seu relatório Tendência Mundiais de Emprego Juvenil 2012. De acordo com o estudo, entre 2008 e 2011, a cota de contratos temporários entre os empregados jovens – entre 15 e 24 anos – aumentou em 0,9 ponto porcentual por ano, depois de um aumento de 0,5 ponto durante o período 2000-2008. Ao mesmo tempo, a porcentagem média do emprego temporário para os trabalhadores adultos permaneceu inalterada.

  3. Trabalho Decente e Juventude

    Uma parte significativa da juventude brasileira apresenta grandes dificuldades de conseguir uma inserção de boa qualidade no mercado de trabalho. Frequentemente esta inserção é marcada pela precariedade, o que torna difícil a construção de trajetórias de trabalho decente. Elevadas taxas de desemprego e de informalidade e os baixos níveis de rendimento e de proteção social evidenciam essa dificuldade. Em termos relativos, os jovens brasileiros apresentam taxas de desocupação e informalidade superiores à média e níveis de rendimentos inferiores.

  4. Discussão da Conferência Internacional do Trabalho, 101ª Sessão, 2012, "A crise do emprego jovem: Tempo de agir"

    O mundo corre o risco de perder uma geração se não enfrentar com urgência a crise de emprego juvenil, assinalou a OIT em um documento adotado em sua Conferência Internacional do Trabalho (CIT) que foi realizada de 30 de maio a 14 de junho de 2012 em Genebra. O documento enumera as medidas que os governos podem adotar, com o apoio de empregadores e trabalhadores, como: enfrentar o desajuste entre a oferta e a demanda de qualificação, melhorar os sistemas de emprego-formação e promover a capacidade empresarial dos jovens. Link relatório final e principais elementos e conclusões.

  5. Empregos temporários e em tempo parcial: armadilha para os jovens?

    A utilização de contratos temporários para os trabalhadores jovens quase duplicou desde o início da crise econômica, sustenta a OIT em seu relatório Tendência Mundiais de Emprego Juvenil 2012. De acordo com o estudo, entre 2008 e 2011, a cota de contratos temporários entre os empregados jovens – entre 15 e 24 anos – aumentou 0,9 ponto porcentual por ano, depois de um aumento de 0,5 ponto durante o período 2000-2008. Ao mesmo tempo, a porcentagem média do emprego temporário para os trabalhadores adultos permaneceu inalterada. Mais informações em espanhol.